sexta-feira, 27 de novembro de 2015

MINÉRIO

PIRROTITA
Sulfeto de ferro. FeS. Sistema cristalino: hexagonal. Composição química: Fe 60,4% + S 39,6%. Hábito: prismático, tabular, lamelar, piramidal e massas granulares. Clivagem: perfeita. Fratura: subconcoidal. Dureza: 3,5 a 4,5. Densidade: 4,5 a 4,9. Brilho: metálico. Cor: bronze pardacento. Traço: cinza escura a preto. Magnetismo: muito magnética. Transparência: opaco. Ocorrência: rochas magmática e metamórfica. Associação: com a calcopirita, pirita pentlandita e magnetita. Pode conter em sua composição: 5% de níquel e até cobalto. É encontrada em alguns meteoritos. Etimologia: do grego, chama vermelha.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

MINERALÓIDE

COPAL
O copal é uma resina orgânica (mineralóide) jovem, em termos paleontológicos, formada não mais do que 10.000 anos atrás. É considerada uma resina não fóssil e tem uma aparência muito semelhante com o âmbar. Apesar de ser uma substância endurecida, não está fossilizada, mas petrificada. Não se verifica, pois, a completa polimerização dos seus elementos, contendo, alem disso, as substâncias voláteis próprias das resinas e que são praticamente inexistentes no âmbar. Devido aos voláteis, a superfície do copal sofre alterações relativamente rápidas quando exposta a fatores ambientais, gerando-se uma superfície típica de pátina microfissurada. É encontrada em forma de nódulos irregulares de colorações de amarelo-claro, cor de mel, marrom, pardacenta e às vezes turva devido à inclusão de minúsculas bolhas de ar. Seu aparecimento se dá quando o solo é escavado ou remexido, lugar das extintas árvores formadoras do copal. Existem vários tipos de resinas copálicas, em geral são duras e de brilho vítreo e resinoso. Originarias de certas árvores da floresta tropical, como as Copaífera gusbourthiana, Hymenacea protea, Agathis australis e outras mais. Dureza: 2 a 3. Densidade: 1,10. Composição química: C10H16O. Solubilidade: insolúvel em água. Dissolubilidade: em éter, clorofórmio e álcool. Foi encontrada em túmulos egípcios de 3.200 anos a.C. Achados de peças inteiras de até 10 kg de copal. O copal deve seu nome a um termo azteca, copalli. O copal é um excelente substituto do âmbar, tendo cor, textura, transparência, características interiores e outras propriedades gemológicas muito semelhantes. É encontrada no Brasil, Colômbia, Nova Zelândia, Quênia, República Dominicana, Tanzânia. É utilizada principalmente em joalheria e em coleções. Amostras achadas entre os municípios de Araxá e Uberaba.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

MINERAL

ARDÓSIA


A ardósia é o resultado da decomposição dos silicatos, ocorrendo uma acumulação destes sedimentos e logo a transformação em argilito (argila). Forma-se então o xisto argiloso compacto e de estratificação muito perfeita e dando início ao metamorfismo, constituindo as ardósias. As ardósias são, então, argilas metamorfoseadas de baixo grau de metamorfismo. A ardósia é uma rocha metamórfica sílico-argilosa, formada pela transformação da argila sobre pressão e temperatura, endurecida em finas lamelas e com formação de grandes placas. Microcristalina de granulação extremamente fina, boa xistosidade, perceptível pela boa divisibilidade, também ocorrendo macividade, possuindo aspecto e sensação sedosa e ou gordurosa. Rocha inerte quimicamente, baixo condutor de calor, não conduz eletricidade, não queima e é impermeável. As estruturas em lâminas são facilmente cliváveis. São rochas metamórficas compactas. Suas cores são o verde, cinza, preta, marrom e enferrujada. É também, em algumas circunstâncias, uma rocha fossilífera. Usos: empregam como ladrilhos de pisos, pavimentos, fachadas, paredes, calçadas, pias e lavatórios, balcões, tampo de mesa, cantoneiras, telhados e quadros-negros (lousa).
Foto 1 - Ardósia com uma trilobita fossilizada.
Foto 2 - Ondas e ou movimento das águas sobre a ardósia quando em formação. Pode acontecer de haver marcas de chuva. Ardósias com ondulação em 3 andares do Ed. Elias João, na Av. Dr. Fidélis Reis, 481 - centro da cidade de Uberaba-MG.
Foto 3 - Imagem de uma jazida de ardósia, cedida pela mineradora Altivo Pedras Ltda, no município de Martinho Campos, Minas Gerais.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

MINÉRIO

OURO
Elemento nativo. Au. Sistema cristalino: isométrico, hexaoctaédrico. Comumente os cristais são octaédricos ou cúbicos e são malformados. Morfologia: cristais arborescentes, dentríticos, filiformes retorcidos, lâminas, grãos e pepitas. Dureza: 2,5 a 3. Densidade: 19,3 quando puro, com impurezas com outros metais pode baixar até 15. Muito maleável e dúctil. Diafaneidade: opaco. Fusibilidade: fusível, 1.063°C. Brilho: metálico vivo. Cor: amarelo do ouro. Rastro: amarelo de ouro. Fratura: áspera ou rugosa. Clivagem: inexistente. O ouro pode ser confundido com a pirita e a calcopirita, mas qualquer teste é suficiente para a identificação. Embora o ouro seja      um elemento raro, ele ocorre na natureza no estado nativo, distribuído amplamente, em pequenas quantidades. É encontrado em estado primário nos veios de quartzo e, depois da desintegração destes, em depósitos fluviais (aluviões). O ouro foi o primeiro metal que o homem pré-histórico conheceu no neolítico. Os egípcios já extraiam em suas minas há 2.900 anos antes de nossa era. Os artefatos de arte em ouro mais antigos foram descobertos em 1.972 em Grupina, perto de Varna, na Bulgária, e datam de 4.000 anos antes de nossa era. Além do ouro puro, existem outros minerais de ouro: Silvanita, Calaverita e Nagiagita. O jazimento mais famoso em produção e quantidade de ouro foi o de Serra Pelada, no estado do Pará.  Usos: o principal uso do ouro é o de ser um padrão monetário, alem de ser símbolo de pureza, valor, realeza e ostentação. Usa-se em instrumento científicos, na indústria espacial, computadores, moedas, odontologia, joalheria, etc. Foto cedida gentilmente pela Crystal Classics.

MINÉRIO

PLATINA
Elemento nativo. Pt. Sistema cristalino: isométrico, hexaoctaédrico.  Os cristais de forma cúbicos são raros e, malformados. Ocorrência: a platina é um metal raro que ocorre quase exclusivamente no estado nativo. Aparecem em pequenos grãos, lâminas e em fragmentos soltos. Em outras regiões se dá nas formas de massas irregulares e pepitas de bom tamanho. Dureza: 4 a 4,5.  Densidade: 21,45 quando pura e, 14 a 19 quando nativa. Cor: branca prata ou cinza prata. Traço: branca de prata. Brilho: brilho metálico reluzente. Diafaneidade: opaco. Fratura: áspera. Clivagem: nenhuma. Origem: em rochas ígneas, normalmente como minérios nos quais os grãos de platina são frequentemente muito pequenos a olho nu. Mais usuais em depósitos aluviais com cascalhos de rio. Inerte quimicamente, resistente à corrosão, dureza superior e de seu elevado ponto de fusão, 1.755°C. Levemente magnética. Diferente da prata, a platina não escurece quando exposta à atmosfera. Conhece-se apenas um mineral, composto natural raro, de platina e arsênico, a sperrylita (PtAs2). As principais ocorrências são África do Sul, Alasca, Austrália, Brasil, Canadá, Colômbia, Peru e Rússia. Descoberta na Colômbia foi levada para a Europa em 1.735, onde recebeu o nome de platina, do diminutivo de plata (prata em espanhol), por causa de sua semelhança com a prata. Usa-se para instrumento de laboratório, eletricidade, medicina, odontologia e em joalheria. Foto gentilmente cedida pela Crystal Classics.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

ROCHAS ESPACIAIS

METEORITOS





 



Ou rochas-extraterrestres. Os meteoritos são as “estrelas cadentes” que atingem a superfície da Terra. As suas dimensões podem variar desde o tamanho de um grão de areia à de uma massa de várias toneladas (o meteorito de Hoba, Namíbia, pesa 60 toneladas, e o maior brasileiro é o achado em Monte Santo, Bahia, o Bendegó de 5.360 quilos), custodiado no Museu da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Os meteoritos têm dois entendimentos segundo a maneira de encontrá-los: “caídos”, aqueles que vemos caindo. E “achados”, aqueles que encontramos e reconhecemos por suas características típicas. Existem três categorias de meteoritos e a sua proporção encontrada na Terra: os Pétreos 94,4%, os Férricos 4,5% e os Mistos 1,1%. E a quantidade de ferro metálico nomina os meteoritos: Sideritos (mais de 90%), Siderolitos (50% mais ou menos), e o Aerolitos (menos de 20%). São normas ditadas pela Meteoritical Society. O meteorito férrico tem um conteúdo de níquel variando entre 5 e 15%, formando toda a massa dos meteoritos de ferro e mostra um padrão hexagonal sobre uma superfície polida e corroída por ácido nítrico (linhas de Widmannstatten). Esta composição não se encontra na crosta terrestre como minério. O ferro acha-se disseminado em meteoritos silicatados, em grânulos pequenos ou grossos, por vezes agregados maciços que consistem em grãos irregulares de diferentes minerais, o seu tamanho varia entre o microscópico e os vários centímetros de largura. Origem e classificação: os meteoritos são de uma maneira simples, rochas ígneas formadas fora da Terra. A maioria é proveniente da faixa de asteróides situadas entre as órbitas de Marte e Júpiter. Reconhecem-se os meteoritos por sua superfície fundida, cheias de cavidades e depressões côncavas (Regmagliptos), e por um revestimento de óxido férrico, ferrugem. Os meteoritos férricos são magnéticos. Há os meteoritos Vítreos (tectitos) que são de estrutura amorfa e quase todos formados, predominantemente, de SiO2 (80%) e Al2O3 (10%). Cor verde-claro a escuro e negro. Diafaneidade: transparente, translúcido a opaco. Brilho: vítreo. Fratura: concoidal a irregular. Procedem do espaço, porem não foi observada nenhuma queda até o presente momento. Sua composição química é distintamente diferente da dos vidros magmáticos. A densidade é de 2,4.  De pequeno tamanho, de 200 a 300 gramas. Morfologia: em forma de disco, ovoide e fragmentos irregulares. Superfície lisa ou rugosa.

Foto 1 = Meteorito Férrico, encontrado em 1.836,  Brukkaros, Namíbia. Pesa 844 gramas e mede 9,5 x 8,2 x 4,5 cm.
Foto 2 = Meteorito Férrico, encontrado em 1.879, Estheville, Iowa, EUA. Pesa 24,8 gramas e mede 3 x 2,5 x 1,5 cm.
Foto 3 = É o efeito que se tem quando um meteorito de ferro é cortado, polido e atacado com ácido nítrico, forma esta figura típica só em meteoritos, linhas de 'Widmanstatten". 
Foto 4 = Meteorito Férrico "Regmaglipts". Encontrado em 1.947, Paseka, Rússia. Mede 4,9 x 4,2 x 1,8 cm. Neste tipo de meteorito, acontece por que na entrada da atmosfera, os minerais menos resistente sofre combustão, dando este efeito com cavidades na sua superfície.
Foto 5, 6 e 7 = Meteorito condrito carbonáceo ou Pétreo. Queda em 1969, Chihuahua, México. Pesa 202 gramas. Mede 8,9 x 6,8 x 2,4 cm. Composição: olivina, ortopiroxênio, augita, anortita, etc. A foto 5 mostra o meteorito natural. A foto 6 mostra o meteorito cortado. A foto 7 mostra ampliado seus grânulos minerais.
Foto 8 = Tectite - Moldavite. Pesa 21,5 gramas e mede 5,2 x 2,6 x 1,2 cm. Bohemia, República Checa. Pensa-se que são vidros vindos do espaço, sem comprovação científica.
Fotos gentilmente permitidas pela Crystal Classics.

domingo, 5 de julho de 2015

MINÉRIO

ARSENOPIRITA
Ou mispíquel. Sulfeto de ferro e arsênico. FeAsS. Sistema cristalino: monoclínico. Associação: a outros sulfetos metálicos como galena PbS, esfalerita ZnS, calcopirita CuFeS2, pirita FeS2 e em jazigos de prata, níquel e cobalto. Cor: branco de prata a cinzento aço. Brilho: metálico prateado. Dureza: 5,5 a 6. Densidade: 6,2. Traço: negro. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular, frágil. Fusibilidade: fusível. Composição química: Fe 34,3 + As 46% + S 19,7%. Diafaneidade: opaco. Morfologia: cristais tabulares espessos, prismáticos, estriados, granulosos, maciços e com massas compactas. Origem: rochas ígneas, metamórficas e sedimentares. Ocorrência: comum. Quando há irisação, pode haver ouro disseminado. Utilidade: usa-se o arsênico na medicina, inseticidas, vidros, preservativos, pigmentos e na pirotecnia. Nome: mispíquel, antigo e em desuso.

terça-feira, 30 de junho de 2015

MINERAL

CALCITA
Carbonato de cálcio. CaCO3. Sistema cristalino: hexagonal – escalenoédrico. Não existe outro mineral que supera a calcita em riqueza de formatos cristalinos, ocorrendo mais de quinhentas formas diferentes, muitas altamente complexas. As formatações cristalográficas ocorrem em cubos, retângulos, piramidais, ponteiros, grânulos, fribosos, massas, colunares, aciculares, lamelas, drusas e estalactites. Composição química: CaO 56% + CO2 44%. Brilho: vítreo, nacarado. Cor: branco ou incolor, podendo ter outras cores devido a impureza de outros minerais. Dureza: 3. Densidade: 2,7. Morfologia: de grânulos grossos a finos. Diafaneidade: transparente a opaco. Traço: branco. Clivagem: perfeita. Fratura: concóide e quebradiça. Luminescência: fluorescente e fosforescente. Cor da chama: vermelho a laranja. Fusibilidade: infusível. Origem: rochas ígneas, metamórficas, sedimentares e hidrotermais. Conhece-se como Espato da Islândia, por ter sido descoberto primeiramente na Islândia, a variedade quimicamente pura e opticamente clara e incolor, mostrando dupla refração. É um constituinte de mármores e calcários. Ocorrência: muito comum.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

MINERAL

ALBITA
Silicato de alumínio, sódio e cálcio. NaAlSi3O8. Sistema cristalino: triclínico – pinacoidal. Grupo dos feldspatos. Cor: incolor, branco, amarelado, rosado, cinzento, esverdeado e azulado. Risco: branco. Brilho: vítreo, perolado e nacarado. Diafaneidade: transparente, translúcido e opaco. Dureza: 6 a 6,5. Densidade: 2,6.  Clivagem: boa. Fratura: irregular a concoidal. Morfologia: cristais tabulares, agregados lamelares planos e vários tipos de geminações conforme as várias leis de cristalizações diferentes que regem a família de ortoclásio. Origem e ocorrências: magmática em granitos, sienitos e pegmatitos. Metamórfica em xistos e gnaisses. Rochas sedimentares e hidrotermais. Fusibilidade: funde com dificuldade. Teste: colore a chama de amarelo. O nome deriva do latim = albus, significando branco ou albino, em alusão a sua cor. Usos: como rochas ornamentais, em louças, cerâmicas e vidro, e como espécimes minerais de belas drusas para colecionadores e Museus.

sábado, 20 de junho de 2015

MINERAL

ESTILBITA
Silicato hidratado de sódio, cálcio e alumínio. NaCa2Al5Si13O36.14H2O. Sistema cristalino: monoclínico – prismático. Grupo das zeólitas. Morfologia: cristais prismáticos a tabulares, germinações de impregnações complicados e agregados em feixes, granulares e maciças. Dureza: 3,5 a 4. Densidade: 2,20. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular a concoidal. Traço: incolor. Brilho: vítreo e perolado. Cor: branco, cinza, rosa, laranja, amarelado, avermelhado e marrom. Formação: nas cavidades basálticas e outras lavas. Seu nome vem do grego “stilbe” = lustre, se referindo ao seu brilho perolado-vítreo. 

MINERAL

GOOSECREEKITA
Silicato de alumínio hidratado de cálcio. CaAl2Si6.5(H2O). Sistema cristalino: monoclínico. Grupo dos zeólitos. Hábito: formas cristalinas e agregados irregulares – os cristais são arredondados em prismas, globulares e cunhas. Ocorrência: hidrotermal em cavidades e filonetes de rochas vulcânicas. Diafaneidade: transparente a translúcido. Cor: incolor, branco. Risco: incolor. Dureza: 4,5. Densidade: 2,5. Brilho: vítreo, perolado. Clivagem: inexistente. Fratura: desigual. Tenacidade: quebradiço. Origem: rochas ígneas. Embora seja raro, faz parte de uma família muito interessante de estrutura conhecidas como zeólitos. Minerais associados: quartzo, calcita, epistilbita, heulandita, stilbite e outras zeólitos. Muito apreciada por colecionadores. Nome: em referência a descoberta na pedreira de Goose Creek, Virgínia, Estados Unidos.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

MINÉRIO

ACANTITA

Sulfeto de prata. Ag2S. Sistema cristalino: monoclínico. A acantita é um polimorfo da argentita, ou seja, é o mesmo mineral de prata. A mesma fórmula química, porém, foram cristalizados em temperaturas diferentes. A acantita se cristaliza em ambiente inferior a 179°C e a argentita acima desta temperatura de 179°C. Descrito em 1.855. Etimologia: seu nome deriva do grego “akantha”, significando espinho, referindo as formas características dos cristais. Porcentagem química: Ag 87,06% + S 12,94%. Cor: cinza de chumbo, prateado e preto. Rastro: risco preto brilhante. Dureza: 2,5. Densidade: 7,4. Fratura: sub-concoidal. Clivagem: indistinta. Tenacidade: séctil. Diafaneidade: opaco. Gênese: se apresenta em jazimentos hidrotermais de baixa temperatura, em veios de sulfetos e com outros minerais de prata. Pode coexistir com o chumbo e o ouro. Característica: um importante mineral de prata. Usos: em componentes eletrônicos, amálgamas dentárias, espelhos, filmes fotográficos, radiografias de raios X, colírios e na joalheria. Há indícios que a prata já era manuseada 3.000 anos a.C. na Grécia e Turquia. É um dos minérios citados na Bíblia, no Antigo Testamento (crônicas 20, 21 e 24). O revestimento superficial (verde) é de malaquita. As duas fotos são da mesma rocha só que fotografadas em focos diferentes.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

MINERAL

CINÁBRIO
Sulfêto de mercúrio. HgS. Sistema cristalino: hexagonal-trigonal. Usualmente, agregados compactos, maciços, finamente granular, terroso, granulosos ou lisos. Brilho: quando puro, a cor é vermelhão-vermelho adamantino, quando impuro, chega a ser terroso, fosco, de um vermelho-pardacento. Dureza: 2 a 2,5. Densidade: 8,2. Cor: vermelha a pardacenta, cinzenta. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular, estilhaçada. Fusibilidade: infusível. Diafaneidade: transparente a translúcido. Aspecto diagnóstico: reconhecido pela sua cor vermelha e traço escarlate, alta densidade relativa. Composição: Hg 86,2% + S 13,8%. Ocorrência. O cinábrio é o mais importante minério de mercúrio, encontrando-se, no entanto, em quantidade, em relativamente poucas localidades. Ocorre: em gotas de mercúrio nativo, de brilho metálico muito brilhante de cor branco de prata. Em impregnações e enchimentos de veios perto de rochas vulcânicas recentes e em fontes termais, depositado próximo da superfície, provindo de soluções que eram, provavelmente, alcalinas. A temperatura normal, o mercúrio é um líquido, mas a menos 40ºC solidifica-se. O ferro flutua sobre o mercúrio. Origem: rochas ígneas, sedimentares, depósitos hidrotermais e em veios ligados a rochas vulcânicas. Associação: com realgar, pirita, marcassita, estibnita, sulfetos de cobre e outros minerais. Usos: amalgamação para a recuperação do ouro, termômetros, barômetros, pilha de mercúrio, etc. O nome, mercúrio, supõe-se, originário da Índia.

sábado, 30 de maio de 2015

MINÉRIO

SCHEELITA
Tungstato de cálcio. CaWO4. Sistema cristalino: tetragonal, bipiramidal. Junto com a wolframita, são as maiores fontes para a obtenção de tungstênio. Composição química: CaO 19,4% + WO3 80,6%. Aspectos diagnósticos: reconhece-se a scheelita por sua elevada densidade relativa e sua forma cristalina. Quando límpida pode ser lapidada, resultando em gemas com intenso brilho adamantino, devido ao seu elevado índice de refração. Luminiscência: sob a luz ultravioleta, a scheelita reage exibindo uma tonalidade azulada intensa, propriedade usada na sua prospecção, feitas em galerias subterrâneas, ou à noite em mina a céu aberto. Diafaneidade: transparente a opaco. Hábito: cristais prismáticos, maclas, maciços, granulares e colunares. Clivagem: perfeita. Fratura: irregular a concoidal. Traço: branco. Dureza: 4,5 a 5. Densidade: 6,2. Brilho: vítreo, adamantino e ceroso. Cores: cristal branco, acinzentado, alaranjado, amarelado, castanho, verde e vermelho. Fusibilidade: 4.500°C. Origem: rochas ígneas e metamórficas, em veios hidrotermais e pegmatitos graníticos. Em honra ao seu descobridor em 1781, o químico sueco K.W. Scheeler (1742-1786), que isolou o elemento tungstênio na scheelita. Usos: filamentos de lâmpadas, metal de endurecimento do aço, ferramentas de corte, brocas para perfurações, materiais abrasivos, contatos elétricos para fornos de altas temperaturas, equipamentos de raios X, pontas de canetas esferográficas, projéteis, canhões, metralhadoras, motores de foguetes, turbinas de aviões e revestimentos de mísseis. Um mineral metálico, não ferroso, de alta densidade e boa condutibilidade elétrica. A principal utilidade é, sem dúvida, a extraordinária capacidade do tungstênio em converter a corrente elétrica em luz. A amostra acima foi extraída no município de Currais Novos – Rio Grande do Norte e doada pela mineradora, Mineração Tomaz Salustino.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

FÓSSIL

NUMMULITES

Nummulite é um gênero de foraminíferos bentônicos extintos: Família Nummulitóidea, Subordem Rotalina. Nummulite possui uma forma lenticular ou de lentilha fóssil, caracterizada por várias bobinas, subdividida por septos em câmaras. Eles são as conchas dos fósseis e dos atuais protozoários marinhos. Nummulites comumente tinham de 1,3 cm a 6 cm de diâmetro. Eram comuns do Eoceno ao Mioceno (em rochas do Cenozóico antigo – Mar de Tétis) em rochas marinhas, particularmente ao redor do sudoeste da Ásia e do Mediterrâneo, os chamados calcários Eoceno do Egito. São valiosas por indicar os tempos geológicos, chamadas de rochas índice ou de guias. Este calcário nummulite amarelado (quase rocha marmórea) foi utilizada na construção dos monumentos antigos dos egípcios, tais como as pirâmides. Foto superior: lado polido ampliado e a de baixo só serrada. Peça de 15 x 15 cm, adquirida no Cairo – Egito.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

MINERAL

DATOLITA
Silicato hidratado de cálcio e boro. CaBSiO4(OH). Sistema cristalino: monocrínico-prismático. Cor: branco, incolor, acinzentado, amarelado, esverdeado. Rastro: branco. Brilho: vítreo a baço. Diafaneidade: transparente, translúcido a opaco. Dureza: 5 a 5,5. Densidade: 3,1. Fratura: irregular a concoidal. Clivagem: nenhuma. Morfologia: cristais prismáticos, tabulares, nódulos e granulares. Classe mineral: silicatos. Tenacidade: quebradiço. Luminiscência: fluorescente. Ocorrência: em rochas ígneas, metamórficas e depósitos hidrotermais, e, ocasionalmente, nos veios de minérios. Pode ser encontrado como um mineral secundário em enchimento nos serpentinitos e em derrames de lava basálticas antigas. Encontra-se muita da vezes associados com os minerais zeólitos, calcita e prehnita. É encontrado em todo o mundo. Datolita foi descoberta em 1806 pelo norueguês Jens Esmark. Datolita quer dizer, pedra que “separa-divide”, do grego “dateisthai” – dividir, e, “lithos” para pedra.

domingo, 17 de maio de 2015

MINERAL

BARITA
Sulfato de bário. BaSO4. Cristalografia: ortorrômbico – bipiramidal rômbica. É o mais comum dos minerais de bário. Hábito: tabular, prismático, fibroso, lamelar, granular e estalactítico. Clivagem: perfeita. Fratura: desigual e irregular. Brilho: vítreo a resinoso. Dureza: 3 a 3,5. Densidade: 4,3 a 4,6. Cor: branco, leitoso, creme, azul, vermelho, marron e cinza. Luminicência: fosforescente e fluorescente. Propriedades diagnósticas: insolubilidade em água e em ácidos. Diafaneidade: transparente, translúcido e opaco. Traço: branco. Tenacidade: quebradiço. Propriedades organolépticas: não possui cheiro nem gosto. Fusibilidade: 1002°C. Composição química: Ba 58,84% + S 13,74% + O 27,42%. Origem: rochas ígneas, metamórficas e sedimentares. Associação com outros minerais: fluorita, quartzo, calcita, dolomita e estibnita. Ocorrências: em geral associado a depósitos de chumbo, zinco, cobre, ferro, prata, níquel, cobalto, manganês e outros. Usos: obtenção de hidróxido de bário, o qual é usado em pigmentos, fabricação de papéis, refinação de açúcar, e finamente moída é usada na produção de lama pesada na exploração de gás e petróleo, na medicina como contraste e retentor de radioatividade de raios X. O mineral foi descoberto na Itália, no século XVII. O nome barita vem do grego “barys” que significa pesado. No Brasil os principais jazimentos estão localizados nos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais e Paraná. Amostras extraídas no município de Miguel Calmon – Bahia e doadas pela mineradora Química Geral do Nordeste S/A.

terça-feira, 7 de abril de 2015

MINÉRIO

FERBERITA
Um tungstato ferroso. FeWO4. Sistema cristalino: monoclínico, prismático. Membro intermediário entre a wolframita e a hubnerita. Junto com a ferberita, os três minerais são a principal fonte e tungstênio. A presença do ferro em sua estrutura é responsável pela sua cor preta e da opacidade em relação à hubnerita. Ocorrem: nas veias de altas temperaturas hidrotermais, pegmatitos graníticos e em depósitos aluviais. Origem: rochas ígneas e metamórficas. Cor: preto e marrom escuro. Hábito: cristais tabulares, prismáticos e comumente achatados e alongados. Clivagem: perfeito. Fratura: desigual. Tenacidade: quebradiço. Dureza: 4 a 4,5. Densidade: 7,5. Brilho: submetálico para metálico adamantino. Risco: preto a escuro acastanhado. Diafaneidade: opaco. Fusibilidade: resistente à fusão. Em associação com o quartzo, hematita, arsenopirita, fluorita, apatita, siderita, dolomita, cassiterita e calcopirita. Usos: como minério de tungstênio e altamente desejado por colecionadores. Jazimentos na Bolívia, Brasil, Cazaquistão, China, Peru, Portugual, República Checa e Romênia. Descoberto em 1.863, pelo mineralogista alemão Moritz Rudolph Feber.

sábado, 4 de abril de 2015

MINERAL

SAL DE SALAR
É um deserto de sal. Conhecido como Salar de Uyuni. É a maior planície de sal do mundo. Encontra-se no altiplano Boliviano a uma altitude de 3.656 metros de altitude acima do nível do mar. E com uma área de 10.582 Km2. Estima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal e também uma das maiores reservas de lítio do mundo, além de conter importantes quantidades de potássio, boro e magnésio. Em sua constituição estão os sais de cloreto, sulfatos, nitratos, boratos, etc. O deserto é composto por aproximadamente 11 camadas com espessuras que variam entre 2 e 10 metros. A profundidade total é estimada em 120 metros. A origem do sal vem provavelmente dos lagos pré-histórico e está relacionada com a imensa quantidade de vulcões no entorno do Salar de Uyuni. Na atualidade este mineral é utilizado pela indústria e na dieta humana. Foto de um pedaço de 20 cm de tamanho.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

MINERAL

DRAVITA
Uma turmalina amarronzada. Borossilicatos de alumínio, cálcio, lítio, sódio, magnésio e ferro. NaMg3Al6(BO3)3Si6O18(OH)4. Sistema cristalino: hexagonal, trigonal, piramidal, ditrigonal. O mineral magnésio é que dá cor marron a esta variedade de turmalina - a dravita. Hábito: prismático, estriado, colunar, acicular ou massa indistinguível de cristais. Fratura: sub-concoidal e irregular. Clivagem: não clivável.  Diafaneidade: transparente a opaco. Brilho: lustroso, vítreo a resinoso. Dureza: 7 a 7,5. Densidade: 2,9 a 3,2. Cor: marron-amarelado de claro a escuro. Fusibilidade: a fusibilidade manifesta conforme a composição mineral, na dravita é de 1.085°C. Risco. branco ou incolor. Porcentagem química: Na2O 3,23% + MgO 12,61% + Al2O3 31,90% + SiO2 37,60% + B2O3 10,89% +H2O 3,76. Origem: magmática, nos jazimentos de micaxistos e nos pegmatitos graníticos. O nome turmalina origina do cingalês, toramalli. Já dravita vem da região do rio Drava (Eslovênia) onde foi primeiramente descoberta em 1.883. Ocorrências: Bahia, Goiás e Minas Gerais.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

MINÉRIO

LIMONITA

Óxido de ferro hidratado (ferro pardo), sem estrutura cristalina interna, amorfo. Fe(OH)3nH2O. Sistema cristalino: ortorrômbico. A limonita não é um mineral, mas uma mistura de diversos óxidos de ferro, entre os quais a goethita e a lepidocrocita. Por esta razão a limonita é considerada uma rocha. A limonita é uma rocha secundária que se forma por alteração de outros minerais preexistente, obviamente de ferro. Aspecto e características: nunca cristaliza e se apresenta em forma terrosa, esponjosa, compacta, concrecionada, estalactita, mamelonar, botroidal ou pisolítica. Origem: rocha sedimentar. Diafaneidade: opaco. Fratura: concoidal, terrosa. Clivagem: não apresenta. Densidade: 2,70 a 4,30. Dureza: 4,5 a 5,5. Cor: amarelado, amarronzado e negro de ferrugem. Risco: amarelado ou amarronzado. Brilho: terroso, nacarado e fosco. Geralmente contém de 40 a 66% de ferro. O nome vem do grego, leimon = pântano, indica o ambiente que origina esta rocha, denominado de ferro de pântano. Uso: menos como minério de ferro, pigmentos, revestimento e construção civil. As amostras em tela são limonitas aglomeradas com cascalhos cristalinos. A especíme menor é ferromagnética. Esta rocha é conhecida na região de Uberaba MG, como Tapiocanga. Esta Igreja de São Domingo (em Uberaba) foi construída em 1.899 pelos Dominicanos com rocha Tapiocanga, uma rocha que é minério de ferro.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

MINÉRIO

COVELITA
Sulfeto de cobre. CuS. Sistema cristalino: hexagonal. Usualmente maciça, como revestimentos ou disseminações através de outros minerais de cobre. A covelita não é um minério abundante, mas é encontrado na maioria dos depósitos de cobre, usualmente como um revestimento, na zona de enriquecimento dos sulfetos. Morfologia: raramente em cristais hexagonais ou tabulares, mas apresentando lâminas estriadas. Clivagem: perfeita. Fratura irregular, concóide. Dureza: 1,5 a 2. Densidade: 4,7. Brilho: semimetálico a resinoso. Cor: azul-anil ou mais escura. Traço: cinza-chumbo a preto. Muitas vezes com iridescente. Diafaneidade: opaco. Composição química: Cu 66,4% + S 33,6%. Aspecto diagnóstico: magnética. Fusibilidade: fusível em 1085°C. Origem: magmática, associada a outros minerais de cobre, principalmente a calcocita, calcopirita, bornita e enargita, sendo derivada delas por alteração. Nome: em homenagem ao seu descobridor N. Covelli (1790 – 1829). Uso: importante minério de cobre. Amostra extraída numa profundidade de 522 metros ao nível do mar no município de Jaguararí – Bahia, e doada pela Mineração Caraíba S/A.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

MINERAL

ARGILA REFRATÁRIA
Um silicato de alumínio hidratado. Al4(Si4O10)(OH8). A argila é uma rocha e, como a maioria das rochas é constituída por certo número de diferentes minerais em proporções variadas. Entendemos como argila um material terroso, que se torna plástico ou pasta, quando misturado com água e de granulação finíssima (2 micron). Dureza: 2 a 2,50. Densidade: 2,60. Cor: branco, e quando for de outras cores, as impurezas ou óxidos dão a tonalidade. Aspecto diagnóstico: untuosa e plástica. Quando molhada, a argila deixa seu cheiro característico. Fusibilidade: não é fusível. Ensaio: insolúvel. Composição: Al2O3 39,5% + SiO2 46,5% + H2O 14%. Solubilidade: insolúvel. Resistência: é a propriedade das argilas após a secagem e da cozedura, de não sofrer deformações de seu aspecto, resistindo ao calor, impermeabilidade e corrosão. Origem: uma rocha sedimentar, composta pela destruição e alteração química de rochas eruptivas, metamórficas e mesmos sedimentares. Usos: tijolos e uma gama de soluções em revestimentos refratários. Amostra extraída em Uberaba – Minas Gerais e doada pela mineradora Magnesita S/A.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

MINERAL

ANIDRITA

Sulfato de cálcio anidro. CaSO4. Sistema cristalino: ortorrômbico – bipiramidal. É o nome de uma rocha salina e do mineral que constitui esta rocha e não tendo sabor amargo. Frequentemente associada ao gesso, ela própria se transforma em gesso devido à absolvição de água. Hábito: encontra-se em massas cristalinas maciças, densas, de granulação fina, granuladas, fibrosas, tabulares, ou lamelares, mas os cristais belos são raros. Fratura: estilhaçada, quebradiça. Clivagem: perfeita. Brilho: vítreo, perláceo ou grasso. Cor: branco, azul, violeta, cinza escuro. Risco: branco. Diafaneidade: translúcida, opaca e raramente transparente. Aspecto diagnóstico: caracterizam-se por suas três clivagens em ângulos retos. Dureza: 3 a 3,5. Densidade: 2,90. Distingue-se da calcita por sua densidade mais elevada e do gipso, por sua dureza. Origem: sedimentar, como resultado da evaporação da água do mar, associado ao gesso, halita, calcita e outros sais minerais. Anidrita: do grego, quer dizer, sem água. Uso: utiliza-se para a fabricação de adubos, e para obtenção do ácido sulfúrico e do enxofre. Ocorrências: Alemanha, Áustria, Brasil, EUA, México, Polônia e Suíssa. Amostra mineral extraída em Trindade – Pernanbuco, e doada pela mineradora Alencar e Parente Mineração Ltda.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

MINÉRIO

ILMENITA
Óxido de ferro e titânio. Sistema cristalino: trigonal – romboédrico. Fórmula química: FeTiO3. A Ilmenita é um mineral fonte de dióxido de titânio. O titânio é um mineral que apresenta elevada resistência a corrossão e valor em relação à resistência para com o seu peso. Por isso é utilizado na fabricação de pigmentos de tinturas, vernizes, papel, borracha, esmalte para porcelanas, fibras, próteses ósseas, implantes dentários, instrumentos cirúrgicos, estruturas aeronáuticas, motores e turbinas. Morfologia: cristais tabulares espessos, maciço e compacto, também granulares e como areia. Composição: Fe 36,80% + Ti 31,60% + O 31,60%. Brilho: metálico a submetálico. Cor: preto de ferro. Traço: preto a vermelho acastanhado. Fusibilidade: infusível. Dureza: 5,5 a 6. Densidade: 4,70. Diafaneidade: opaco. Clivagem: nenhuma. Fratura: concoidal e irregular. Seu nome provém da denominação geográfica Montanhas de Ilmenski, na Rússia. Encontrada no Canadá, EUA, Finlândia, India, Noruega e Rússia. No Brasil ocorre na Bahia (Curumuxatiba, Mucuri e Porto Seguro), Espírito Santo (Aracruz, Guaraparí, Piúma e Serra), Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo. Amostras colhidas em Floresta – Pernanbuco.